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Projetos de Extensão

Publicado: Quinta, 07 Novembro 2019 17:49 | Última Atualização: Quinta, 13 Fevereiro 2020 18:28 | Acessos: 307

Academia Amazônia: divulgação, jornalismo científico e linguagem audiovisual na Amazônia

Coordenador(a): Profª. Drª. Alda Cristina Silva da Costa.

Data de Início: Fevereiro de 1994.

Situação do Projeto: em andamento.

​Descrição: O projeto atualiza e reorganiza o Academia Amazônia, núcleo de produção audiovisual vinculado à Faculdade de Comunicação da UFPA, agora sob coordenação da professora Alda Cristina Costa. O projeto constitui um espaço de conexão entre a pós-graduação e a graduação com vistas à difusão científica na forma de audiovisuais. Ao longo de seus mais de vinte anos de atividades, o Academia Amazônia captou e catalogou documentos audiovisuais sobre a Amazônia em geral e sobre a produção acadêmica da UFPA, em particular. Com isso, conformou um dos maiores acervos imagéticos, incluindo vídeos e documentários sobre diversos campos da ciência, tecnologia, meio ambiente e cultura amazônica. O projeto se consolidou como o primeiro na área do jornalismo científico audiovisual na Amazônia e trabalha a interface entre o acadêmico e a sociedade, promovendo difusão científica nos diversos espaços amazônicos.

 

Minuto da Universidade: diálogos comunitários

Coordenador(a): Profª. Drª. Alda Cristina Silva da Costa.

Data de Início: Março de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

​Descrição: O projeto de extensão Minuto da Universidade teve sua primeira versão em 1999, quando o Academia Amazônia, projeto da Faculdade de Comunicação, elaborou uma nova proposta de jornalismo científico audiovisual, com a finalidade de divulgar as ações da Universidade Federal do Pará (UFPA), procurando conciliar informação de conteúdo e espaço da televisão comercial aberta. O Academia vinha de uma feliz experiência de 07 anos de programa chamado Academia Amazônia, com meia hora de duração, transmitido pela TV Liberal, afiliada da Rede Globo e depois, pela TV Cultura, em caráter nacional. Essa proposta inicial possibilitou uma experiência interativa importante entre Universidade e sociedade, uma vez que possibilitou estreitar a relação comunicativa da instituição e de seu papel na sociedade, ou seja, produzir conhecimento, social e cientificamente relevantes, e tornar o conhecimento existente acessível a todos (BOTOMÉ, 2001, p. 692). A extensão universitária, de acordo com Nunes e Silva (2011, p. 123) é um processo educativo, cultural e científico que viabiliza a relação entre universidade e sociedade, enquanto um espaço de criação e recriação de conhecimento e de transformação social que deve extrapolar os muros acadêmicos. Para as autoras, a universidade deve ser mais do que um laboratório, objeto de estudo ou campo de pesquisas, mas uma instituição com pessoas, demandas, reivindicações, anseios e saberes que se encontram dentro e fora da universidade.

 

Minuto de Universidade: Universidade e Comunidade em Ação

Coordenador(a): Profª. Drª. Alda Cristina Silva da Costa.

Data de Início: Março de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

​Descrição:Elaboração de material jornalístico audiovisual sobre os projetos de ensino, pesquisa e extensão da Universidade Federal do Pará. O programa tem características de divulgação científica.

 

MULTICOM 4.0: Comunicação, Inovação e Cultura Digital

Coordenação: Profª. Drª. Alda Cristina Silva da Costa.

Data de Início: Março de 2017.

Situação do Projeto: em andamento.

Descrição: A cultura digital ainda se constitui um campo a ser explorado e entendido dentro da sociedade brasileira, e em específico na Amazônia paraense, considerando a necessidade de oferecer condições de acesso ininterrupto à internet nos espaços escolares e comunitários de forma pública e gratuita, para pais, professores, alunos, enfim, a todos. Mas independente desse processo de livre acesso, grande parte da população vive hoje essa cultura digital. Ou seja, milhões de pessoas se conectam via um sistema tecnológico, que estreita as distâncias e tem possibilitado uma comunicação de largo alcance. Conforme reflete Castells essa cultura possibilita uma habilidade para comunicar ou mesclar qualquer produto baseado em uma linguagem comum digital; para comunicar desde o local até o global em tempo real e, vice-versa, para poder diluir o processo de interação; e ao mesmo tempo possibilita a existência de múltiplas modalidades de comunicação. Do mesmo modo, a cultura digital vem sendo apropriada por diferentes setores, e incorpora perspectivas diversas sobre o impacto das tecnologias digitais e da conexão em rede na sociedade. As relações que se mantêm com artefatos digitais tais como telefones celulares e tablets têm se configurado como elementos significativos nas transformações sociais e culturais vividas na contemporaneidade. Nesse contexto, cada vez mais é exigido que instituições adequem seus processos, sejam administrativos ou de relacionamentos, com seus públicos de interesse para melhor aproximação e sociabilidades. Segundo Melo e Boll, essa cultura transformou o modo de compartilhamento de conhecimento.

 

Documentários Biográficos da Amazônia

Coordenação: Prof.ª Dr.ª Célia Regina Trindade Chagas Amorim.

Data de Início: Março de 2015.
Situação do Projeto: em andamento.

Descrição: O presente projeto de extensão DOCUMENTÁRIOS BIOGRÁFICOS DA AMAZÔNIA nasceu em 2015 da necessidade de se produzir documentários biográficos de pessoas que vivem na Amazônia paraense, especialmente aquelas que contribuíram ou contribuem, nas mais diversas áreas, com o desenvolvimento da cultura na região. Trata-se de documentar relatos orais, verdadeiras verbalizações das experiências de vida desses cidadãos/cidadãs, para formar uma memória para futuras gerações. Ouvir os que vivem na região fazê-lo narrar sua própria cultura que, em última instância, é a cultura da Amazônia, é uma das finalidades do projeto. Ao trabalhar com sujeitos da Amazônia, as produções audiovisuais do DocBio assumem a natureza de privilegiar os atores sociais e suas narrativas sem apelar para os métodos espetaculares das imagens exóticas da região que conformam uma Amazônia midiatizada como lugar estabilizado no tempo, na qual a exuberância dos recursos naturais contrasta com a construção persistente de uma desfocagem do ser humano ai sobrevivente? (Dutra, 2009, p.17). Os documentários, com suas narrativas, são produzidos e disponibilizados para a comunidade, seja acadêmica ou não, no site do Academia Amazônia, no seguinte endereço: http://www.portal.ufpa.br/interna_academiaamazonia.php, configurando uma relação universidade e sociedade de forma irrestrita. Para alargar os horizontes do conhecimento, o DocBio valoriza o tripé da Universidade: ensino, pesquisa e extensão. utilizando, para tanto, autobiografias de natureza audiovisual como material didático-pedagógico em sala de aula. Trata-se de um projeto integrado com outros projetos de extensão da Faculdade de Comunicação da UFPa e com projetos e grupos de Pesquisa Mídias Alternativas (CNPq-UFPa) e Narrativas Contemporâneas na Amazônia (Narramazônia), (CNPq-UFPa-Unama). O projeto DocBio se localiza na área
da Comunicação, uma das áreas temáticas extensionistas determinada no Plano Nacional de Extensão e é executado no espaço do Academia Amazônia, da Faculdade de Comunicação (Facom), Universidade Federal do Pará. Os registros das experiências audiovisuais continuarão a ser processadas pela captura de imagens e entrevistas, obedecendo às fases de pré-produção, produção, edição e pós-produção.

Espia Juventude: Ação Comunicativa e Deliberação em Escolas Públicas

Coordenador(a): Profª. Drª. Danila Gentil Rodriguez Cal Lage.

Data de Início: Junho de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

Descrição: Tem como objetivo contribuir para reflexões e práticas de comunicação e educação cidadãs a partir da atuação em escolas públicas com vistas à capacitação deliberativa de estudantes e professores para a resolução de conflitos sociais. Fundamenta-se nas teorias sobre a perspectiva relacional da comunicação e sobre processos de deliberação pública. Integra-se ao Programa de Pesquisa e Extensão "Deliberação em escolas públicas: criando capacidades deliberativas", desenvolvido em parceria pela UFMG, UFPE e UFPA com apoio do professor emérito Jürg Steiner da Universidade de Bern (Suíça) e coordenação da Profª Rousiley Maia (UFMG). O Programa foi aprovado pelo CNPq por meio da Chamada 22/2016 Pesquisa e Inovação em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e pelo Edital de Educação e Direitos Humanos da Capes. A iniciativa baseia-se em uma perspectiva de trabalho multidisciplinar, reunindo pesquisadores tanto do campo da comunicação social, quanto da ciência política, da educação e da tecnologia da informação, com o fim de implementar práticas inovadoras e criativas na educação pública brasileira, semeando uma cultura cidadã entre os alunos, de maneira a possibilitar que, por meio da capacitação deliberativa possam enfrentar e dialogar com o poder público em outro patamar. Internamente, o Espia Juventude atua em parceria com o projeto de extensão Trama Coletiva, coordenado pela Profª Rosaly Brito.

Puxirum: produção coletiva em narrativas multiplataforma

Coordenador(a):  Profª. Drª. Elaide Martins da Cunha

Data de Início: Agosto de 2015.

Situação do Projeto: em andamento.

​Descrição: Através da produção de conteúdo em múltiplas plataformas, realização de eventos e promoção de oficinas e minicursos, este projeto propicia uma vivência extensionista rica e integradora e articula o eixo extensão, ensino e pesquisa na Faculdade de Comunicação da UFPA. Seu principal objetivo é desenvolver a produção de conteúdos multiplataforma voltada para as comunidades interna e externa da Facom e, concomitantemente, contribuir na formação de atores sociais visando sua atuação como agentes multiplicadores no uso das ferramentas digitais de comunicação e produzindo conteúdo convergente. No seu quinto ano de desenvolvimento, este projeto busca reforçar, cada vez mais, os objetivos gerais do Programa Institucional de Bolsa de Extensão (Pibex). Isto ocorre de várias maneiras, seja por meio da sua produção de conteúdo, que proporciona apoio à formação acadêmica de alunos da Facom, seja por meio das oficinas ministradas para estudantes secundaristas em escolas públicas de comunidades periféricas de Belém, reforçando tanto o apoio à formação acadêmica, como o desenvolvimento de ações extensionistas para integrar contextos externos ao meio acadêmico.

 

Fanpage do Grupo de Pesquisa Comunicação, Consumo e Identidade na rede social Facebook

Coordenador(a): Prof.ª Dr.ª Manuela do Corral Vieira

Data de Início: Setembro de 2016.

Descrição: A ferramenta funciona, desde setembro de 2016, não apenas para divulgar eventos e atividades do Grupo de Pesquisa Comunicação, Consumo e Identidade. Inicialmente era de uso exclusivo do presente projeto de pesquisa. Entretanto, a partir das pesquisas realizadas no projeto, os estudos ganharam força e foi realizada a criação Grupo de Pesquisa Comunicação, Consumo e Identidade (Consia), registrado na plataforma Lattes. Atualmente, a fanpage do grupo divulga também trabalhos e participações de seus integrantes em palestras, congressos, mesas redondas e eventos afins. São disponibilizadas diversas matérias, artigos e reportagens a partir de clipagem realizada em páginas de internet, jornais e periódicos afins. Desta maneira, busca-se sempre atualizar e acompanhar as pesquisas acerca do consumo e da identidade, promovendo a reflexão destas temáticas para os eixos das pesquisas em curso e sobre estas categorias na Amazônia. Neste repositório também são realizadas algumas das transmissões ao vivo dos eventos de estudo realizados pelo projeto, os vídeos em questão permitem que a transmissão possa ser feita em tempo real via fanpage, bem como possibilita que o material fique nos acervos do projeto e da página, permitindo que seu acesso e visualização sejam possíveis posteriormente, em uma iniciativa de construção de memória e acervo, tanto do projeto quanto do grupo de pesquisa que se originou a partir deste.

 

 

O projeto Comunicação e Memória Audiovisual da Amazônia

Coordenador(a): Prof. Dr. Otacílio Amaral Filho.

Data de Início: Março de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

Descrição: O projeto Comunicação e Memória Audiovisual da Amazônia, resultado da criação do Banco Imagético da Amazônia – BIA, entre os anos de 2014 e 2015, tem o objetivo de elaborar narrativas audiovisuais da memória e história da Amazônia. O acervo do BIA se constitui em um rico material audiovisual, captados sobre as pessoas - pesquisadores, profissionais. etc; lugares – como municípios e comunidades do interior do Estado do Pará; instituições de ensino e pesquisa – Universidade Federal do Pará, Museu Paraense Emílio Goeldi, entre outras; atividades desenvolvidas - projetos econômicos e sociais e de pesquisa e extensão. Dentre os  objetivos do projeto estão: disponibilização das imagens; criação de um catálogo de temáticas; criação das narrativas audiovisuais, em formato para ambientes digitais e web, como recursos informacionais e didáticos para as instituições de ensino, pesquisadores, professores, alunos e sociedade.

Trama coletiva: por uma outra cultura de comunicação - Fase III

Coordenador(a): Profª. Drª. Rosaly de Seixas Brito.

Data de Início: Março de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

​Descrição: Financiado pelo programa de bolsas da Pro-Reitoria de Extensão da UFPA - PIBEX, o projeto tinha como objetivo geral a promoção de uma cultura de comunicação e política de caráter contra-hegemônico, horizontal e dialógico, a contrapelo dos fluxos dominantes de produção de significado vigentes na sociedade midiatizada contemporânea. Esse objetivo se desdobra em dois eixos principais. De um lado, considerando a singularidade do cenário político brasileiro em 2019 e a histórica reprodução da desigualdade social no país, o projeto pretende atuar junto a jovens de ensino médio em escolas públicas em bairros periféricos de Belém, de maneira a propiciar o desenvolvimento de suas capacidades deliberativas em torno de questões que afetam diretamente seu cotidiano, como as múltiplas formas de violação dos direitos humanos que vivenciam, a partir de demandas por eles identificadas. Pretende-se, com base em um processo dialógico de comunicação, incentivar e promover habilidades deliberativas de estudantes em situação de vulnerabilidade social, de modo a possibilitar a sua intervenção mais qualificada na resolução dos conflitos sociais e o exercício de uma cidadania emancipada.

Para a concretizar esse eixo de ação, o projeto articula-se e propõe ações coordenadas com outro projeto da Faculdade de Comunicação proposto nesta edição do Pibex, intitulado Espia Juventude: Comunicação, Educação e Deliberação em Escolas públicas que é o braço local do Programa Deliberação em escolas públicas: criando capacidades deliberativas?, desenvolvido em parceria pela UFMG, UFPE e UFPA, com apoio do professor emérito Jürg Steiner, da Universidade de Bern (Suíça). O Programa foi aprovado pelo CNPq por meio da Chamada 22/2016 Pesquisa e Inovação em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e iniciou suas atividades em 2018. A iniciativa baseia-se em uma perspectiva de trabalho multidisciplinar, reunindo pesquisadores tanto do campo da comunicação social, quanto da ciência política, da educação e da tecnologia da informação, com o fim de implementar práticas inovadoras e criativas na educação pública brasileira, semeando uma cultura cidadã entre os alunos, de maneira a possibilitar que, por meio da capacitação deliberativa possam enfrentar e dialogar com o poder público em outro patamar. O segundo eixo de atuação do projeto, que se entrelaça com o anterior, visa promover o diálogo permanente e disseminar uma cultura participativa e solidária no interior da comunidade acadêmica da Faculdade de Comunicação, voltada à experimentação de novas práticas comunicativas, a serviço de causas sociais, e à formação de uma mentalidade crítica sobre o campo da comunicação e seus fortes vínculos com a estrutura de dominação social do país. Vale ressaltar que o curso de Comunicação da UFPA é o único centro formador público de jornalistas no Estado e de publicitários em toda a região amazônica há mais de 40 anos. O projeto foi um desdobramento de duas versões anteriores, desenvolvidas em 2017 e 2018 (Trama coletiva por uma outra cultura de comunicação Fase I e Fase II).

 

PROJETO SAEST E VOCÊ: tudo que você precisa saber sobre Assistência Estudantil na UFPA

Coordenador(a): Profª. Drª. Rosanne Maria Albino Steinbrenner

Data de Início: Março de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

Descrição: O projeto de Extensão tem como objetivo dar visibilidade às ações desenvolvidas pela Superintendência Estudantil (SAEST) da Universidade Federal do Pará - a maior instituição de ensino superior da Amazônia e a segunda maior em número de alunos do país - por meio da elaboração, produção e veiculação de um programa semanal de rádio para integrar a programação da Rádio Web UFPA ? projeto de extensão também vinculado à Faculdade de Comunicação (FACOM). Por sua natureza interdisciplinar, sendo o próprio rádio um grande mediador de temas diversos, a presente proposta se vê abrigada em várias linhas relevantes de ação extensionista: Educação, Direitos Humanos e Comunicação.

 

O audiovisual como ferramenta de inclusão na escola e na vida.

Coordenador(a): Profª. Drª. Rosaly de Seixas Brito.

Data de Início: Dezembro de 2017.

Situação do Projeto: em andamento.

Descriç​ão: O projeto prevê a realização de atividades culturais e educativas em bairros da periferia de Belém – Terra Firme e Icoaraci, tendo como referência escolas públicas destes bairros -, utilizando o audiovisual como ferramenta de inclusão social, e buscando atingir especialmente os jovens. Para isso, serão realizadas oficinas e cursos para professores e alunos dessas escolas, sessões de cineclube, bem como eventos culturais abertos à comunidade local. As oficinas, cursos, palestras, etc. serão oferecidas a professores da rede pública de ensino e agentes culturais da comunidade, e a jovens estudantes (14 a 20 anos). O conteúdo dessas oficinas e cursos será o uso didático pedagógico dos audiovisuais; e sua produção com a utilização de mídias digitais (tais como câmera amadora e celular) bem como sua veiculação na internet e mesmo na televisão, num exercício prático de comunicação alternativa. As sessões de cineclube serão direcionadas a crianças e jovens das escolas nas quais se dará a ação do projeto, e, eventualmente, aos adultos, veiculando preferencialmente filmes nacionais, mas também o filme estrangeiro. No evento aberto à toda comunidade, com utilização de caminhão com tela/Palco, no estilo de “TV de Rua”, haverá a apresentação de filmes produzidos pelos jovens nas oficinas, de curtas metragens paraenses e de outros estados, bem como manifestações artísticas outras (música, dança, teatro, capoeira, hip-hop, etc.), principalmente de grupos locais, e com eventual participação de atração de fora do bairro. O projeto pretende ainda ser uma contribuição para a efetivação, em termos micro, da Lei 13.006/14 que acrescentou à LDB a obrigatoriedade da exibição de filme brasileiros nas escolas, Poderá servir ainda como campo de estágio para alunos da universidade.

Amazônia e narrativas urbanas: experiências comunicativas, cidade, representações e sujeitos

Coordenador(a): Profª. Drª. Vânia Maria Torres Costa.

Data de Início: Março de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

​Descrição: Objetiva conhecer as experiências das pessoas com a cidade de Belém e suas relações com as ruas, bairros, praças, rios, arquitetura, instituições, patrimônios culturais, culinária, dança, música, fotografia entre outros aspectos fundamentais que constituem o convívio social nesse espaço urbano da Amazônia Paraense. A proposta nasce como resultado do projeto de pesquisa Narrativas Contemporâneas na Amazônia Paraense – NARRAMAZÔNIA, implantado em 2015, entre Universidade Federal do Pará e Universidade da Amazônia. O projeto de extensão se caracteriza como uma “Cartografia das Emoções” em que se relatam as experiências comunicativas das pessoas com a cidade, que podem ser positivas ou negativas. A cidade é o ambiente da razão, da emoção, do afeto, das sensibilidades, das resistências e das interações comunicativas. A escolha da capital paraense se deu como demarcação de um espaço urbano da Amazônia. As narrativas serão produzidas a partir de conversas (entrevistas) com os moradores, selecionadas de acordo com sua história de vida com Belém e em vivências literárias pelas ruas da cidade, a partir de passeios com grupos de pessoas previamente definidos e convocados. Os registros serão processados em linguagem audiovisual, fotográficas ou texto escrito. O morador é o protagonista do conhecimento da cidade.

LupaNH: Projeto de tecnologia social hiperlocal geolocalizada no bairro de Novo Horizonte

Coordenador(a):  Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Junior.

Data de Início: Julho de 2017.

Situação do Projeto: em andamento

Descrição: O Projeto Lupa NH tem como objetivo incentivar a cidadania dos moradores, trabalhadores e frequentadores do Bairro Novo Horizonte, através de tecnologias digitais conectadas móveis. Com ajuda de aplicativo para celular, criado para esse fim, os usuários do sistema poderão de forma geolocalizada inserir dados sobre o bairro, alimentando banco de dados com informações sobre a infraestrutura deficitária nas seguintes áreas: Água Potável; Coleta e Tratamento de Esgoto; Iluminação Pública; Calçadas; Asfalto; Limpeza Urbana. O bairro foi escolhido pelo projeto por ser o segundo maior em população na cidade de Macapá, de acordo com estimativas atuais o número gira em torno 45 mil habitantes.

Novo Horizonte possui uma história em comunicação comunitária, pois o  mesmo possui a sua rádio comunitária e já teve seu jornal impresso comunitário. Embasado nos conceitos contemporâneos de comunicação hiperlocal, o Projeto Lupa NH promove a conversação entre os membros da comunidade com a intenção de estruturar dados e configurar, através deles, a real situação da infraestrutura fornecida pelos poderes públicos aos moradores do bairro. Sendo a própria comunidade responsável por abastecer o aplicativo com dados relevantes sobre o meio onde habita, ela se comprometerá com ações que pressionem os entes públicos a transformar a realidade da infraestrutura do lugar, de acordo com as demandas elencadas como prioridades. O Lupa NH congrega, inicialmente, alunos do curso de Jornalismo e Ciências da Computação, além de voluntários que participaram do Hackathon do projeto realizado no laboratório de Webjornalismo da Unifap (http://projetolupanh.blogspot.com.br/) Depois de realizar revisão bibliográfica e tecnológica sobre a temática, a atual fase do projeto contempla a modelagem do aplicativo. O projeto possui o apoio de dois agentes transformadores e importantes no bairro: o professor Lobão, que comanda os projetos na área de comunicação da Escola Raimunda dos Passos e a acadêmica de jornalismo Jéssica Janyelle (Estácio/Seama), que também é responsável pela rádio comunitária do Novo Horizonte. Para dar ampla divulgação ao projeto e conquistar participantes na participação, foram abertos perfis nas redes sociais: Facebook e Twitter (https://twitter.com/projetolupanh/). Essa ação permitirá maior proximidade entre todos os envolvidos e maior visibilidade sobre o bairro Novo Horizonte, dando voz à sua comunidade para expor a realidade em que vive e na busca de melhorias significativas na qualidade de vida.

A violação da terra e da infância nos garimpos do Amapá

Coordenador(a): Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Junior.

Data de Início: Fevereiro de 2018.

Situação do Projeto: em andamento.

Descrição: A reportagem pretende investigar a infância em áreas de garimpo no estado do Amapá, garimpos nos municípios de Porto Grande, Serra do Navio, Oiapoque, Pedra Branca e outros, um dos garimpos onde será trabalhada a reportagem é o garimpo do Vila Nova no município de Porto Grande, onde há atuação de mineradora e de garimpos, onde também uma das repórteres do projeto realizou um documentário sobre Mulheres no Garimpo para o Canal Futura.

Na maioria dessas localidades, o que resta são garimpos, alguns clandestinos, com o alto número de pessoas que chegam nessas áreas. Para além do garimpo formam-se também comunidades, geralmente sem nenhuma qualidade de vida, sem acesso aos meios de comunicação, com precário fornecimento de energia elétrica, sem água potável, sem segurança pública, sem acesso à saúde e educação de qualidade. São locais esquecidos pelo poder público e regido por suas próprias leis e seus próprios comandos.

Para o resgate do formato de grande reportagem no jornalismo, mas metaforizando-a em novo formato, longform (multimídia) serão desenvolvidas estratégias, com os acadêmicos de jornalismo, de estratégias de reportagem tanto no domínio da observação e observação participante, quanto no domínio das formas de pesquisa dos antecedentes da pauta, quanto no Domínio das formas dialógicas com os protagonistas da ação social.

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